Festival Experimental Eletrorgânico
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O Festival Experimental Eletrorgânico é um evento de música, ecologia e cultura livre, onde representantes da música eletrônica, de manifestações culturais regionais e latino-americanas interagem num mesmo cenário: um ambiente projetado com princípios da permacultura e da bioconstrução, estimulando desde o primeiro momento a troca e a reciprocidade com a comunidade local.
Em 2006 e 2007, Bananeiras, distrito de Silva Jardim, foi o palco das duas primeiras edições do Festival, que contou com o apoio da prefeitura municipal. Mais de 300 músicos e dj´s convidados de diversas vertentes musicais abraçaram o projeto e aceitaram se apresentar gratuitamente, entre eles, Luciane Menezes, Tambor de Crioulla do Maranhão, Songorocosongo e Digital Dubs, grupos de destaque no Rio de Janeiro.
A interação sustentável com o meio ambiente em conjunto com uma economia eficiente, de redução de custos é a base do nosso projeto. Isso se dá através de duas estratégias principais:
- Ação ambiental que minimiza danos e impactos negativos no local do festival, aliada à recuperação da mata através do plantio de mudas nativas. A infra-estrutura é feita com material natural e reciclado. Outro exemplo é o funcionamento de uma cozinha orgânica que aproveita ao máximo a energia dos alimentos, além do uso de banheiros secos e a não utilização de descartáveis.
- Interação entre a comunidade, a produção e os convidados, buscando explorar as potencialidades locais e o intercâmbio de conhecimento. O Festival adquire alimentos e materiais de infra-estrutura na região, dinamizando sua economia. Artesãos e produtores são estimulados a expor seus produtos na feira da festa. O acesso dos moradores ao festival é gratuito.
Está pronto o espaço. Agora as pessoas com suas idéias, suas músicas e suas manifestações artísticas vão preenchê-lo com conhecimento livre e generosidade. O Eletrorgânico existe exatamente porque diferentes pessoas querem viver uma experiência nova: o lucro não é monetário e sim afetivo.
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2008: Carlos Malta; Projeto Vinil é Arte; Victor Bhing I; Patchuko; Pantone Groove; Laranja Dub; Gaiapiá (SP); Na Sala do Sino; Pai de Guará; Sobrado 112; Mutum; Mohana; Flautins Matuá (SP); Fabriqueta; Olho da Terra; Pele de Couro; Lettuce Transadinha; Filosophunk; Orquestra Brasil de Cara; Gandharva; Da Raiz ao Chip; Os Bastardos; Maurício Abreu; Clareia; Ópera Orgânica Gaia; AMBARISH - DJ's: Chris Dechery; Millena Reis (2 Ls); Dani Roots; Curumim; Lencinho; Vanguard (BH); Obino; Fredinho; Bruno Rasta; Pantone Project; Discotec; Lily Low; Capanema
2007: DJ’S Tchello Melo (Mpblack), Gomes (Groove), Johnny Bullet (Eletro), Macario (Ohmline-goa), God I Men (ReggaeDub), Daniel Obino (Prog), MAC (Funk), Caca (Regional), Lencinho (Circo Voador); Lili (Psy); Kamilinha (Chill Out BANDAS Bapt; E.L.E.Pê; Ahuanda; Rebossa; Agua Viva; GiraGerais; Pino Solto; Tribo Espiral; Super Simples; Blake Rimbaud; Luciane Menezes; Choro Quartejado; Samba do Gnaisse; Spirotromba Dub Ohm; Interferência Sistema de Som; Tambor de Crioula do Maranhão; Jornadalua; Imaginário Groove E MAIS Circo na Comunidade “De lá para cá” e filmes livres (ver filmes doados em Cine Aldeia).
2006: DJ’s: Ayuna (chill out) ; TataOgan (tambores) ; Mahaprema (chill out); Pepe (dub); Winny (raga) ; Kmilinha (chill out); Fred e Luiz (reggae); Curumim (regional); Caue (progressivo); Macário (trance); Bruno Rasta (psicodelico); Aron (trance). BANDAS: Maracatu relâmpago; Maracutaia; Maracujazz; Tambores de Alma; Songorocossongo; Pedra do Verde; Digital Dubs; Bapt; Super Simples; Raiz de Tafari; Nyahbinghi.


